O Carnaval está à porta. Este ano não há tolerância de ponto mas ainda assim são muitos os que conseguiram tirar uns dias de férias para viajar. Nós dizemos-lhe quais são as soluções mais económicas e mostramos-lhe as tradições e os melhores carnavais do mundo.
Poucos sabem mas, na Grécia Antiga, já se celebrava uma espécie de Carnaval, festa que foi posteriormente adoptada pela Igreja e que marcava o início da quaresma. Na altura havia uma grande concentração de festejos populares e cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
As comemorações modernas, cheias de desfiles e fantasias, são produto da sociedade vitoriana do século XIX e foi nelas que o Carnaval mais famoso do mundo, o brasileiro, se inspirou. A festa no Rio de Janeiro já entrou para o livro do Guiness como o melhor e maior Carnaval de todos. O clima de euforia instala-se logo após o Ano Novo, com as escolas de samba a prepararem as coreografias e as canções ao pormenor.
Não menos conhecido é o Carnaval de Veneza, que consegue ser um pouco mais económico que o brasileiro. A cidade italiana recebe, neste período, mais turistas, a sua maioria atraída pela tradição que remonta ao século XII. Veneza torna-se num salão de baile a céu aberto, com as mais belas máscaras e fantasias.
Também outras cidades europeias dão nas vistas, por terem preços mais acessíveis, com as suas celebrações da festa que marca o início da quaresma. Na Basileia, Suíça, o Carnaval dura 72 horas e vários grupos fantasiados desfilam com lanternas pelas ruas, enquanto cantam ao som de flautas e tambores. Já na cidade francesa de Nice, tem lugar a famosa batalha das flores, uma tradição que data de 1876, quando, durante os festejos, se trocavam buquês.
Em Barranquila, Colômbia, o Carnaval é tão famoso que já foi declarado pela Unesco como Obra Mestra do Património da Humanidade. Lá é possível apreciar uma série de eventos típicos e espectáculos, sempre com muita música e alegria.
Já nos Estados Unidos, mais precisamente em Nova Orleães, celebra-se o Mardi Gras, ou terça-feira gorda. A festa conta com desfiles, carros alegóricos e muitas máscaras.
E em Portugal? Dizem os entendidos que não há Carnaval como o de Torres Vedras, com os seus famosos «cabeçudos» (bonecos gigantes) e as muitas «matrafonas» que andam pelas ruas (homens vestidos de mulher).
Não menos famosos são os carnavais de Sines e Estarreja, com alegres cortejos e muitas máscaras.
Aproveite que dia 21 está mesmo aí à porta e saia para se divertir, numa das noites mais animadas do ano. Estamos em crise, é verdade... mas é Carnaval, ninguém leva a mal se a esquecer durante um bocadinho.
O Carnaval está à porta. Este ano não há tolerância de ponto mas ainda assim são muitos os que conseguiram tirar uns dias de férias para viajar. Nós dizemos-lhe quais são as soluções mais económicas e mostramos-lhe as tradições e os melhores carnavais do mundo.
Colégio Vovó Olívia
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Violencia
O que é violência? Segundo o Dicionário Houaiss, violência é a “ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força”. No aspecto jurídico, o mesmo dicionário define o termo como o “constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação”.
Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Mas os especialistas afirmam que o conceito é muito mais amplo e ambíguo do que essa mera constatação de que a violência é a imposição de dor, a agressão cometida por uma pessoa contra outra; mesmo porque a dor é um conceito muito difícil de ser definido.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.
A violência urbana, no entanto, não compreende apenas os crimes, mas todo o efeito que provocam sobre as pessoas e as regras de convívio na cidade. A violência urbana interfere no tecido social, prejudica a qualidade das relações sociais, corrói a qualidade de vida das pessoas. Assim, os crimes estão relacionados com as contravenções e com as incivilidades. Gangues urbanas, pixações, depredação do espaço público, o trânsito caótico, as praças malcuidadas, sujeira em período eleitoral compõem o quadro da perda da qualidade de vida. Certamente, o tráfico de drogas, talvez a ramificação mais visível do crime organizado, acentua esse quadro, sobretudo nas grandes e problemáticas periferias.
Hoje, no Brasil, a violência, que antes estava presente nas grandes cidades, espalha-se para cidades menores, à medida que o crime organizado procura novos espaços. Além das dificuldades das instituições de segurança pública em conter o processo de interiorização da violência, a degradação urbana contribui decisivamente para ele, já que a pobreza, a desigualdade social, o baixo acesso popular à justiça não são mais problemas exclusivos das grandes metrópoles. Na última década, a violência tem estado presente em nosso dia-a-dia, no noticiário e em conversas com amigos. Todos conhecem alguém que sofreu algum tipo de violência. Há diferenças na visão das causas e de como superá-las, mas a maioria dos especialistas no assunto afirma que a violência urbana é algo evitável, desde que políticas de segurança pública e social sejam colocadas em ação. É preciso atuar de maneira eficaz tanto em suas causas primárias quanto em seus efeitos. É preciso aliar políticas sociais que reduzam a vulnerabilidade dos moradores das periferias, sobretudo dos jovens, à repressão ao crime organizado. Uma tarefa que não é só do Poder Público, mas de toda a sociedade civil.
Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Mas os especialistas afirmam que o conceito é muito mais amplo e ambíguo do que essa mera constatação de que a violência é a imposição de dor, a agressão cometida por uma pessoa contra outra; mesmo porque a dor é um conceito muito difícil de ser definido.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.
A violência urbana, no entanto, não compreende apenas os crimes, mas todo o efeito que provocam sobre as pessoas e as regras de convívio na cidade. A violência urbana interfere no tecido social, prejudica a qualidade das relações sociais, corrói a qualidade de vida das pessoas. Assim, os crimes estão relacionados com as contravenções e com as incivilidades. Gangues urbanas, pixações, depredação do espaço público, o trânsito caótico, as praças malcuidadas, sujeira em período eleitoral compõem o quadro da perda da qualidade de vida. Certamente, o tráfico de drogas, talvez a ramificação mais visível do crime organizado, acentua esse quadro, sobretudo nas grandes e problemáticas periferias.
Hoje, no Brasil, a violência, que antes estava presente nas grandes cidades, espalha-se para cidades menores, à medida que o crime organizado procura novos espaços. Além das dificuldades das instituições de segurança pública em conter o processo de interiorização da violência, a degradação urbana contribui decisivamente para ele, já que a pobreza, a desigualdade social, o baixo acesso popular à justiça não são mais problemas exclusivos das grandes metrópoles. Na última década, a violência tem estado presente em nosso dia-a-dia, no noticiário e em conversas com amigos. Todos conhecem alguém que sofreu algum tipo de violência. Há diferenças na visão das causas e de como superá-las, mas a maioria dos especialistas no assunto afirma que a violência urbana é algo evitável, desde que políticas de segurança pública e social sejam colocadas em ação. É preciso atuar de maneira eficaz tanto em suas causas primárias quanto em seus efeitos. É preciso aliar políticas sociais que reduzam a vulnerabilidade dos moradores das periferias, sobretudo dos jovens, à repressão ao crime organizado. Uma tarefa que não é só do Poder Público, mas de toda a sociedade civil.
Violencia no transito
O trânsito em nosso dia-a-dia, tem se tornado um estresse, tanto para os condutores quanto para os pedestres, os condutores estão sempre apressados, assim desrespeitante as leis de trânsito, sendo agressivos um com os outros, fatos que podemos acompanhar, em jornais, revistas e etc. O que acaba dificultando até mesmo o trabalho dos agentes de trânsito, que por sua vez também se estressa e acaba fazendo o seu trabalho incorretamente.
As pessoas já não conseguem viver em harmonia no trânsito, os números de acidentes tem aumentado, por diversos fatores um deles é a agressividade, principalmente em cidades grandes, os condutores costumam dirigir bêbados o que os torna ainda mais violentos com os pedestres e outros condutores. Já temos leis que proíbem os condutores de dirigir embragados, só que sabemos que essa lei só existe no papel, os números de morte diminuiu pouco. Violência no trânsito já pode-se dizer que é constante, pois os condutores não tem respeito por sua vida, sendo assim não esta nem um pouco interessado de preserva a vida do outro. Os motoqueiros também faz parte desse quadro de desrespeito, pois se aproveitam de qualquer espaço pequeno, fazendo ultrapassagem não permitidas, e isso acaba deixando os motoristas de outros tipos de transporte, terem uma reação, violenta.
É necessário que se tente outro meio de conscientização, para que a comunicação entre condutores e pedestres possa ser melhorada, e a agressividade seja diminuida no geral. Isso melhoraria no índice de mortes, e com certeza um trânsito harmonizado tornaria a convivência agradável.
As pessoas já não conseguem viver em harmonia no trânsito, os números de acidentes tem aumentado, por diversos fatores um deles é a agressividade, principalmente em cidades grandes, os condutores costumam dirigir bêbados o que os torna ainda mais violentos com os pedestres e outros condutores. Já temos leis que proíbem os condutores de dirigir embragados, só que sabemos que essa lei só existe no papel, os números de morte diminuiu pouco. Violência no trânsito já pode-se dizer que é constante, pois os condutores não tem respeito por sua vida, sendo assim não esta nem um pouco interessado de preserva a vida do outro. Os motoqueiros também faz parte desse quadro de desrespeito, pois se aproveitam de qualquer espaço pequeno, fazendo ultrapassagem não permitidas, e isso acaba deixando os motoristas de outros tipos de transporte, terem uma reação, violenta.
É necessário que se tente outro meio de conscientização, para que a comunicação entre condutores e pedestres possa ser melhorada, e a agressividade seja diminuida no geral. Isso melhoraria no índice de mortes, e com certeza um trânsito harmonizado tornaria a convivência agradável.
Gravidez
Os pesquisadores também analisaram, com base nos dados do SUS (Sistema Único de Saúde), o número de partos ocorridos na região metropolitana do Rio de Janeiro e no Brasil de 1992 a 2005 e, em Niterói, de 1995 a 2006.
Chegaram à mesma conclusão: o Carnaval não influencia o número de nascimentos ocorridos no país. Isso porque o pico no número de partos ocorre em maio --considerando uma gestação de nove meses, a maioria dos bebês teria sido gerada em relações sexuais ocorridas em agosto do ano anterior.
Chegaram à mesma conclusão: o Carnaval não influencia o número de nascimentos ocorridos no país. Isso porque o pico no número de partos ocorre em maio --considerando uma gestação de nove meses, a maioria dos bebês teria sido gerada em relações sexuais ocorridas em agosto do ano anterior.
DST
Doenças sexualmente transmissíveis ou Infecção sexualmente transmissível, conhecida popularmente por DST são patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação.[1]
Alguns grupos, principalmente os religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.[2][3]
Pesquisas afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.[
Alguns grupos, principalmente os religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.[2][3]
Pesquisas afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.[
Alcoolismo
O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas, e todas as conseqüências decorrentes. O alcoolismo é, portanto, um conjunto de diagnósticos. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante, de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais, do sono e distúrbios inespecíficos. Por fim o delirium tremens, que pode ser fatal.
Assim o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema, mas medicamente para maior precisão, é necessário apontar qual ou quais distúrbios estão presentes, pois geralmente há mais de um.
Assim o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema, mas medicamente para maior precisão, é necessário apontar qual ou quais distúrbios estão presentes, pois geralmente há mais de um.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Português
Português é uma matéria que eu acho muito dificil, mais estou aprendendo muitas coisas novas, em que eu não estou sentindo dificuldade, porque a professora explica muito bem.
Apesar de achar a matéria dificil eu sei que me servirá para a vida toda, por isso procuro prestar muita atenção nas explicações da professora e tirar minhas dúvida durante a aula para depois eu não ficar com dificulfdade novamente.
Apesar de achar a matéria dificil eu sei que me servirá para a vida toda, por isso procuro prestar muita atenção nas explicações da professora e tirar minhas dúvida durante a aula para depois eu não ficar com dificulfdade novamente.
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